segunda-feira, março 26, 2007

D. Afonso Henriques é o nosso eleito




D. Afonso Henriques é o maior português de sempre, na nossa opinião. Desde cedo se denunciou um lobby organizado, cujos elementos ligavam e votavam vezes e vezes sem conta, tentando ludibriar o sistema. Parece que conseguiram. Ludibriar e manipular sempre foi o "Habitat Natural" da Direita. O Estudo de Opinião efectuado pela Eurosondagem/RTP faz disso mesmo prova.

quinta-feira, março 15, 2007

Galp investe mais 225 milhões nos biocombustíveis

"Ainda à saída da conferência, Ferreira do Oliveira adiantou que, para a produção do biodiesel II, a Galp vai estabelecer «contratos, bem como desenvolver projectos agrícolas». Quanto ao bietanol, este não vai requerer contratação de fornecedores por ser de «blending»."

Agência Financeira

Portugal tem tudo para ser potência europeia na produção biodiesel

Que o projecto sirva para reutilizar em grande os campos agrícolas portugueses, bem como reciclagem de óleos usados, que na sua maior parte são despejados no meio ambiente sem o devido tratamento. Se se fizer isto em grande escala, falaremos dentro de 20 anos em 10% mas de utilização do gasóleo mineral.

quarta-feira, março 14, 2007

Cavaco Silva como P.R. há 1 ano

Diz que quem o criticou na campanha eleitoral, "está hoje arrependido". Não creio. Muito pelo contrário, acho que quem o criticou baseado nas verdades aparentes que ele prórpio, candidato, apresentou, sente hoje com um grande sentimento interior de missão cumprida. Todos se lembram das alterações aos poderes presidenciais de que tanto se falava, além de tantas outras expectativas da Direita.
Quem o criticou, sente-se hoje, em parte responsável, por:
  • um início de mandato cujo primeiro roteiro foi precisamente a inclusão social, algo que NINGUÉM esperava, quer à Esquerda, quer à Direita;
  • ter colocado Cavaco Silva a cantar o "Grândola, vila morena", e a dizer que "o Povo é quem mais ordena", algo que NINGUÉM esperava, quer à Esquerda, quer à Direita;
  • A sua esposa apresentou-se publicamente numa entrevista à Visão, como sendo de Centro Esquerda, algo que NINGUÉM esperava, quer à Esquerda, quer à Direita;
  • Abstinência de tomada de medidas com vista ao própiro reforço dos poderes presidenciais, qual fotocópia de Salazar ou qualquer outro ditador que tenha pisado este Mundo;
  • uma efectiva cooperação estratégica, e não uma "cooperação estratégica" aparente, apenas para inglês ver;
  • Absteve-se de confundir a sua posição superior e imparcial de P.R., com a de "braço Direito" dos partidos da oposição para derrubar um Governo eleito com Maioria Absoluta;
  • abstinência de afirmar publicamente que os mais empreendedores, capazes e trabalhadores são de Direita;
  • abstinência de afirmar publicamente que "os jovens não se interessam";
  • abstinência de afirmar publicamente que o problema da falta de produtividade é dos trabalhadores. Já vai dizendo que "os soldados são bons, os capitães é k...";
  • afastou-se da posição conservadora, cinzenta, autocrática, arrogante, afastada da realidade e cega da Direita pura e dura, havendo já quem o aponte como sendo mais de Centro Esquerda do que de Centro Direita;
  • Afastou-se do conservadorismo da tradição e empenhou-se em elevar o valor e a necessidade da inovação em Portugal;
  • Já sabe defender o progresso económico em sintonia com a preservação do ambiente, através da produção de energias não poluentes;
  • já percebeu que é precisamente este o caminho a seguir, conforme o demonstram as sucessivas sondagens. Cavaco nunca pensaria há um ano atrás, nutrir tão elevado apoio junto do Povo português. Nem ele, nem ninguém...;
  • Consequentemente, é lógico compreender que uma inversão da sua atitude com o aproximar das próximas eleições legislativas, terão coerentes resultados nas sondagens quanto ao apoio que nutre para as próximas presidenciais;
  • ...

Por tudo isto e mais, que tem sido muito diferente do que começou por defender na sua campanha eleitoral, que começou bem à Direita, quem o criticou não pode hoje nutrir um maior sentimento de "dever cumprido", no âmbito dos direitos e deveres cívicos naturais dos cidadãos, num Estado de Direito Democrático.